quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Bolão do Oscar 2012



Escolham seus candidatos!!!


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Desafio: injustiças



Enquanto o coleguinha John não acha o tempo necessário para terminar o desafio, e nossos leitores não ficarem sem postagens, resolvi fazer um post sobre algumas injustiças que cometi contra algumas bandas e músicas que, por lapso, desatenção, ou o clima F*%$-se que eventualmente tomou conta na reta final, não entraram no corte final.

Vamos lá:

Melhor linha de baixo:


Como este ska do Sublime não entrou na minha lista? Esta é uma das linhas de baixo que mais me deixam cantarolando.

Dia 25 - música que obra milagres:


Este olvidamento também me deixou indignado, quando vi que não fazia parte da minha lista tripla. É a música da superação da depressão, repleta de obviedades pungentes. Também poderia ter entrado em músicas que dão arrepios.

Música para dançar


Este chiclete da bandinha de brit-pop é bem contagiante. Eu nunca iria dançar de verdade, mas dá para saculejar legal no baú, no carro ou no trampo.

Música cover favorita:


Bem, aqui eu não mudaria a minha lista origial. Mas os caras do Local H merecem destaque pela versão desta música da Britney. Ficou muito legal. (e a música original nem é tão ruim - não gostou, vai trollar nos comentários). Mas o mais legal é como, no fim das contas, um popzinho está a duas guitarras, um baixo, uma bateria (e menos 15 dançarinas no palco) de se transformar em rock de qualidade.

Está aqui deveria ter entrado em algum lugar, não sei onde:


Junto com Shiver, minha música favorita do Coldplay. Sempre considerei Coldplay uma bandinha meio de arena, muita pose e pouco som, mas nestes últimos tempos tenho gostado mais e mais dos caras. Eles viraram mestres da canção para se cantar em alto e bom som, fechando os olhos e batendo com os punhos fechados no ar. Há de se respeitar artistas que conseguem despertar esta energia não somente nos fãs, mas nos ouvintes ocasionais.

No mais é isso, e até a próxima.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Um grande passo para mim!!!!



Ontem à noite algo gigante e inédito aconteceu comigo, ZEREI um jogo!!!! Já tinha acabado um jogo, mas nunca zerei... emocionente, caras!!!


100% !!!!



PS: é Harisson Ford em dose dupla... Han Solo e Indiana Jones no Hall do Benett College...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Traços de luz



Inspirada em uma indicação do senhor John fiz alguns testes em casa aproveitando um helicóptero da PM que, acredito eu, estava fazendo manobras de treinamento em frente a minha janela.

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Este é o problema de se viver em um apartamento à prova de acidentes com crianças…. maldita rede de proteção!!!

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sábado, 11 de junho de 2011

30 Day Song Challenge - Dia 25



Musica que eu cantaria se por um milagre pudesse consertá-la

No ritmo que estou levando esse desafio o que era para ser 30 dias vai acabar virando 90 ou mais. O que posso fazer? Vidinha atribulada essa minha. Na ultima vez que apareci por aqui, falei do meu cover favorito. Hoje, temos uma música difícil. Que música eu consertaria se pudesse? Se fosse um grande produtor tipo o Brian Eno ou o Brian Epstein que tivesse moral com as bandas e pudesse dizer na cara dura, "você está fazendo isso errado, conserte!" para uma banda embriagada pelo sucesso e cheia de marra. Saberia os caminhos certos que a banda teria que trilhar e conseguir fazer dinheiro sem parecer que está se vendendo (e na verdade está, eles sempre estão).

É claro que um produtor não consegue fazer nada se não tiver material. Se a banda for ruim, não há toque de Midas que conserte.

A banda que escolhi é uma que odeio. Sem mistério hoje. É o Metallica. Desde aquela palhaçada do Lars Ulrich com o Napster o que era indiferença se tornou uma raiva reprimida. Mas não vou argumentar que a banda é ruim, nada disso. Ela tem bons momentos e até musicas boas. E eu até gosto daquele disco orquestrado. Se estiver tocando na rádio, escuto, sem problema. É uma daquelas bandas que são insípidas para mim.

O maior problema dos caras é a prolixidade. Todas as músicas tem a maior parte feita de enrolação. Solos intermináveis e chatos que não acrescentam nada na músicas. Riffs que se repetem acima do tolerável, introduções longas para dedéu. Tudo é exagerado. Para mim soa como falta de pulso firme. A banda deve funcionar como um gremio estudantil, com todos com direito a voto. Como não se decide nada, cada músico ganha um trecho para se exibir nas músicas.

Tome One, minha música escolhida. Se fosse produtor desta merda eu acelerava tudo. O vocal teria que correr um pouco para acompanhar os instrumentos e o solo teria no máximo 45 segundos. No final, essa repartição pública de 7 minutos e meio se tornaria uma empresa enxuta e eficiente de 4 minutos. Com muito mais punch e poder do metal. É isso aí, chamo de neoliberalismo musical.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

30 Day Song Challenge - Dia 24



Musica cover favorita.

Ah, wikipedia. Gosto tanto de você. Jimmy Baleias, você é um cara legal e não me importo de você me pedir dinheiro para mim todos os anos. Contanto que seu sitezinho continue me informando que a música de hoje é um dos covers mais famosos do mundo e que é regravado desde a década de 1930. Logo o cover é muito mais que justificado. É uma cover de uma cover de uma cover de uma cover tendendo ao infinito.

Curioso? Espere mais um pouquinho. A versão escolhida é de um filme que adoro. Nele Adam Sandler e Drew Barrymore (coisa linda) protagonizam uma comédia romantica muito da bonitinha no Havaí. Apesar da resistência de alguns dos meus leitores tem em relação ao Sandler, eu gosto muito de suas comédias. E sempre que passa "Como se fosse a primeira vez" na televisão eu paro e assisto. Mais ou menos como a Sarah e "Orgulho e Preconceito". Sempre assisto. Deve ser algum efeito "Chaves" psicológico, que nos deixa confortáveis ao assistir algo repetido.

O que mais gosto do filme é a cena final. Quando a Drew acorda sem se lembrar de nada mais uma vez e é relembrada por um vídeo que resume toda a sua historia, começa a soar ao fundo um suave ukulele. É uma música singela que diz que além do arco-íris, sonhos se tornam realidade. É bem o espírito dessa cena, de renovação, na qual a jornada dos protagonistas chegam ao fim e eles podem enfim ter uma paz.

Eu sei que essa música é na verdade de "O Mágico de Oz" (obrigado, wikipedia) e que vocês podem argumentar que a versão original é bem melhor. Só que, lembrem-se, essa é uma escolha de covers e gosto de imaginar que um sujeito tão grande e aparentemente tão bruto (ele parece um lutador de sumô) consegue nos brindar com uma pérola tão bonita:

Over the Rainbow, senhores:



Hoje tem bonus.

Já que mencionei esse instrumento tão curioso, o ukulele, curtam aí uma versão de "Bizarre Love Triangle" no intrumento:


Aleluia



Último dia do desafio e, devo admitir, estou mais aliviado do que triste. Porque toda reviravolta em minha alma musical deixou-me cansado, e satisfeito por 1) ter terminado o que me propus a fazer (seria bom que o mesmo me fosse permitido no trampo); 2) me deu uma nova perspectiva de minhas memórias musicais afetivas.

Foi igualmente uma oportunidade de compartilhar com os coleguinhas algumas das coisas que me são muito caras: por exemplo, todos agora sabem de minha compulsão por bandas inglesas, sobretudo dos anos 1980; do meu "recalque indie" (para citar o John); meu vício por cantoras/compositoras; o fato de que prefiro ficar em casa a ir a um show ao vivo, e tanta coisitas mais que estão diluídas em cada uma de minhas escolhas.

Falando nisso, também pude ver, relendo alguns posts antigos, de como minha técnica pseudo-gonzo de escrever é meio ridículo. Na maioria das vezes, um esboço rápido teria garantido idéias mais claras, e, quem sabe, recordações mais duradouras teriam aflorado. Por isso, se coragem tiver, farei uma ou duas postagem para corrigir injustiças que não podem ficar impunes (escolhas que, pela memória de peixe, escaparam-me).

E, por fim, o post derradeiro deste desafio: livro favorito sobre música ou músicos. E aqui mais uma vez, o John vai se destacar, porque eu não tenho o hábito de ler livros sobre músicas ou bandas. E o único que me recordo de ter lido foi-me emprestado pelo John:


Livro bem legal do Nick Hornby, sobretudo pelo cunho pessoal empregado pelo autor. Um dos capítulos é sobre a relação do filho dele, que é autista, com a música.

No mais, abraços!